Nascente Viva

O plano para 2026

A cada ano, um novo pedaço do futuro – plantado por aqueles que nele vivem.

Renaturação e educação ambiental como parte do ciclo anual

O plano anual do Nascente Viva segue um princípio claro: a renaturação e a educação ambiental contínua caminham lado a lado. Todos os anos, é selecionada uma nova área para as ações – conforme indicado no mapa do projeto –, com o objetivo de plantar pelo menos 2.500 árvores. Cada uma delas representa uma contribuição para a proteção do clima, a conservação das espécies e a restauração da biodiversidade.

Os plantios são realizados com a participação ativa dos alunos das escolas parceiras – a Escola Indígena Intercultural Estadual Guateka e a Escola Indígena Municipal Tengatuí Marangatu. Outras escolas do município também são convidadas a participar. Quando as crianças plantam uma árvore, elas aprendem mais do que ecologia: elas exercitam a cidadania, o senso de responsabilidade e autoconfiança e fortalecem sua conexão com o próprio território.

Quando Dourados planta, Frankfurt corre

As ações de plantio fazem parte de eventos de solidariedade realizados em parceria com a associação alemã Tarahumara Fans e.V., de Frankfurt. O princípio é tão simples quanto eficaz: quando Dourados planta, Frankfurt corre. Dois continentes, unidos por uma causa comum – a de que a proteção dos recursos e a solidariedade internacional andam juntas.

Quatro datas marcam o calendário anual:

Março Aniversário do projeto
Junho Semana do Meio Ambiente
Setembro Dia da Árvore
Novembro Último plantio do ano

Onde a educação ganha raízes

A educação ambiental não é um programa complementar, mas sim o eixo central e permanente do projeto. Ela ocorre tanto nos dias de plantio quanto nas atividades pedagógicas que se seguem: crianças e jovens aprendem a lidar com os recursos naturais, vivenciam os fundamentos do uso ecológico do solo e compreendem o que significa a adaptação climática no dia a dia.

Além disso, nas escolas parceiras, bolsistas do projeto colaboram diretamente no viveiro, no casa de sementes e na manutenção da cisterna. Esse aprendizado prático fortalece a iniciativa própria, promove a igualdade de gênero, pois atuam juntos nas responsabilidade – e mostra aos jovens que a sustentabilidade não é uma disciplina escolar, mas uma atitude.